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Qual a importância da prevenção em segurança?

  • bragaluis855
  • 27 de out. de 2025
  • 2 min de leitura

No prisma da segurança privada prevenir não é uma opção mas uma necessidade tendo em vista que não é possível interferir diretamente nos fatores criminais externos. Contudo, é fundamental que o consultor de segurança esteja a par das estratégias de prevenção adotadas pelo poder público a favor da comunidade visando estimar a evolução dos cenários de crime e violência.


Dessa forma, entende-se por prevenção, o ato de se antecipar a fim de evitar as consequências de uma ação, sendo de suma importância para o tema segurança, considerando que além de ser mais viável financeiramente, também evita os altos preços pagos pelo medo, bem como a dor das famílias das vítimas atingidas pela criminalidade ou pela violência que não podem ser estimados. Logo, a frase "é melhor prevenir do que remediar", dogma da medicina, também se aplica quando o assunto é segurança pública ou privada.


Assim, tecnicamente falando, existem três níveis de prevenção, sendo eles a prevenção primária voltada para toda a comunidade; a prevenção secundária destina àqueles com alto risco de delinquir e a terciária para os que já ingressaram no mundo do crime. Portanto, as estratégias de prevenção podem atacar fatores que vão desde o desenvolvimento individual das pessoas até a comunidade. Também podem se valer de meios tradicionais de justiça criminal ou prevenção situacional. Acompanhe:


  1. Prevenção no desenvolvimento individual: visa evitar o surgimento de potencialidades criminais nos indivíduos tendo como base estudos sobre desenvolvimento humano.

  2. Prevenção comunitária: objetiva evitar a eclosão da criminalidade por meio das mudanças sociais e institucionais positivas.

  3. Prevenção situacional: redução das taxas de criminalidade através da mitigação das oportunidades ao criminoso, aumentando os riscos e acentuando as dificuldades para o ato infracional.

  4. Prevenção de justiça criminal: engloba as ações das agências de justiça criminal voltadas para o desencorajamento, incapacitação ou reabilitação social do indivíduo.


Em todo caso, as políticas de prevenção se complementam, pois a aplicação simultânea delas potencializa os resultados por intermédio da redução da criminalidade e da violência.


 
 
 

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