Por que o risco cibernético vai muito além da informática?
- bragaluis855
- 13 de nov. de 2025
- 1 min de leitura
O que tem a ver guerra da informação com a paralisação de infraestruturas críticas relacionadas com o fornecimento de energia e transporte aéreo como eu falei ontem na postagem: Você sabe o que é guerra da informação? A lógica é simples: segurança da informação não se resume à confidencialidade, relacionada com fuga ou vazamento de dados, pois quando você nega atributos como integridade e disponibilidade, possibilitando a alteração e o controle, ou mesmo impedindo o acesso a ativos, você pode obstruir processos críticos de uma empresa, além do funcionamento de equipamentos e sistemas.
Não precisa ser formado em engenharia ou ciência da informação para saber disso. Ademais, é muito difícil definir uma "guerra cibernética" como muitos dizem por aí, pois atribuir a responsabilidade de um ciberataque a outro país não é nada fácil. Em geral, tais atos podem ser realizados por ativistas digitais, cibercriminosos e até mesmo grupos terroristas e concorrentes de mercado, seja por meio do financiamento de empresas de tecnologia ou grupos de hackers.
Em suma, é fundamental que as companhias compreendam que o risco cibernético não se resume apenas à informática nos dias atuais, mas à toda corporação. Dessa forma, se faz necessário que ele seja integrado ao ERM (enterprise risk management) a fim de que se possa avaliar a probabilidade, bem como o impacto de um evento como esse em todos os setores visando definir respostas adequadas e assessoramento em tempo real à alta gestão. Assim, a Ciberinteligência cumpre papel substancial. Saiba mais: O que é Inteligência cibernética?




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