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Como funciona o monitoramento ambiental em Inteligência Estratégica?

  • bragaluis855
  • 8 de abr.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 8 de abr.

A maioria dos governantes costumam tratar estratégia como se fosse um grande jogo de adivinhação onde estado e poder se misturam com seus interesses político-partidários. Ocorre que isso se contrapõe às reais necessidades e anseios da sociedade, e com o passar do tempo, esse tipo de atitude coloca o gestor público em uma corrida contra o relógio na ânsia por apagar incêndios e atender urgências na base do improviso.


Por esse motivo, prospecção de cenários e monitoramento informacional são elementos básicos do planejamento estratégico, tendo em conta a necessidade de se acompanhar indicadores a respeito das principais questões e atores a serem monitorados por grau de influência na trajetória, seja do órgão privado ou público. Aliás, cenários prospectivos nada mais são do que futuros possíveis dadas as condições da conjuntura atual. Saiba mais clicando aqui: Qual a importância dos cenários prospectivos para a segurança empresarial?


Nesse quesito, a atividade de Inteligência se mostra indispensável, pois é por meio dela que se analisa as implicações de cada cenário plausível, identificando ameaças e oportunidades que deverão ser abordadas pelo gestor a fim de planejar contingências ou investimentos futuros. Para tanto, tais cenários não são estáticos, devendo o setor de Inteligência manter vigilância constante sobre os eventos, tendência e principalmente ATORES EXTERNOS capazes de interferir na consecução da realidade desejada objetivando possibilitar ações antecipadas por parte dos seus decisores.


Mas o que são os players/atores em cenários prospectivos? Tomando como exemplo trabalhos voltados à políticas de segurança pública e planos de segurança empresarial, atores podem ser considerados órgãos públicos, empresas, pessoas ou qualquer movimento social capaz de, com suas decisões, impactar de forma negativa ou positiva, os índices de violência e criminalidade. Logo, eles devem ser mapeados e vigiados pelo setor de Informações. Como atores, podemos considerar:


  • Governo Federal e Estadual;

  • Secretário de segurança;

  • Chefe da polícia civil e comandante da polícia militar;

  • Empresários, Sociedade e Organizações não governamentais (ONGs);

  • Juízes e promotores;

  • Lideranças criminosas;

  • Deputados, prefeitos e vereadores;

  • Forças armadas;

  • Polícia Federal e Ministério da Justiça.


Por fim, esse é apenas um exemplo com entidades e indivíduos que o setor de Inteligência precisa monitorar 24h por dia se quiser antecipar índices de violência e criminalidade nos arredores do empreendimento visando permitir ações antecipadas no que tange atualização dinâmica de protocolos e tecnologias de segurança privada ou mesmo políticas de segurança pública em âmbito de estado. Desse modo, como se pode ver, apenas se atentar para indicadores automáticos baseados em ocorrências anteriores e geoprocessamento, não resolve. Inteligência estratégica de segurança é custosa, pois cada alvo demanda software e hardware de ponta, além de pessoal qualificado para produzir conhecimento por intermédio de fontes diversas, especialmente abertas.


 
 
 

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